De facto a edição de 2017 do Rali Dakar deve estar a ser um verdadeiro pesadelo em termos de organização, que tem sido confrontada com condições climatéricas particularmente nefastas com muita chuva, trovoada e granizo, e isto depois de um prolongado período de seca, em alguns locais o mais grave desde há 25 anos.
A etapa de hoje, que marcava o regresso da caravana à Argentina, deveria levar a caravana até Salta, mas até há pouco tempo não era certo que concorrentes e assistências lá conseguissem chegar. Toda a região foi hoje fustigada por uma forte tempestade, tendo causado inúmeros estragos, com o mais significativo a ser um desabamento de terras que subterrou uma povoação onde se estima que estejam cerca de 200 pessoas desaparecidas ou incontactáveis.
Os rios desta região, que mais não são do que torrentes que enchem e despejam ao sabor das chuvas, excederam em muito os seus leitos habituais, e causaram muitas inundações e submergiram muitas estradas. Tudo isto afetou a prova , com a organização a tentar organizar uma alternativa viável para que se possa dentro do possível manter o plano previsto, até porque a etapa de amanhã tem aproximadamente 1000 quilómetros de extensão, e desde o local onde a caravana se encontrava parada até Salta ainda faltavam percorrer quase 300.
Os camiões de assistência e as viaturas da organização estavam até há pouco tempo paradas num cruzamento da RN9 com a RN52 na Argentina, enquanto grande parte dos concorrentes estava parada na zona do WP8, uma vez que a partir daí o percurso estava intransponível. Também em Piscuno, nas proximidades da fronteira entre a Argentina e a Bolivia estão algumas equipas bloqueadas pelos mesmos motivos.
Há poucos momentos a organização e as autoridades preparavam-se para enviar toda a caravana por um caminho alternativo até chegarem à cidade de Salta, o que deverá acontecer a partir das 20 horas locais, e espera-se que o Bivouac esteja mais ou menos instalado a partir da meia noite, para que as equipas de assistência possam trabalhar nas viaturas depois de terminada a etapa maratona que durou ontem e hoje.
Um dos principais problemas que tem estado a preocupar a organização e as equipas é a autonomia das viaturas, uma vez que a decisão de seguirem pela rota alternativa poderá significar que alguns não tenham combustível suficiente, até porque já terão gasto bastante na etapa de hoje.
O rali deverá dirigir-se para a região de La Rioja nos próximos dias, mas mesmo aí, também as trovoadas têm provocado estragos e inundações pelo que também para a esta zona terá que ser elaborado alguma espécie de plano alternativo.
A etapa de hoje, que marcava o regresso da caravana à Argentina, deveria levar a caravana até Salta, mas até há pouco tempo não era certo que concorrentes e assistências lá conseguissem chegar. Toda a região foi hoje fustigada por uma forte tempestade, tendo causado inúmeros estragos, com o mais significativo a ser um desabamento de terras que subterrou uma povoação onde se estima que estejam cerca de 200 pessoas desaparecidas ou incontactáveis.
Os rios desta região, que mais não são do que torrentes que enchem e despejam ao sabor das chuvas, excederam em muito os seus leitos habituais, e causaram muitas inundações e submergiram muitas estradas. Tudo isto afetou a prova , com a organização a tentar organizar uma alternativa viável para que se possa dentro do possível manter o plano previsto, até porque a etapa de amanhã tem aproximadamente 1000 quilómetros de extensão, e desde o local onde a caravana se encontrava parada até Salta ainda faltavam percorrer quase 300.
Os camiões de assistência e as viaturas da organização estavam até há pouco tempo paradas num cruzamento da RN9 com a RN52 na Argentina, enquanto grande parte dos concorrentes estava parada na zona do WP8, uma vez que a partir daí o percurso estava intransponível. Também em Piscuno, nas proximidades da fronteira entre a Argentina e a Bolivia estão algumas equipas bloqueadas pelos mesmos motivos.
Há poucos momentos a organização e as autoridades preparavam-se para enviar toda a caravana por um caminho alternativo até chegarem à cidade de Salta, o que deverá acontecer a partir das 20 horas locais, e espera-se que o Bivouac esteja mais ou menos instalado a partir da meia noite, para que as equipas de assistência possam trabalhar nas viaturas depois de terminada a etapa maratona que durou ontem e hoje.
Um dos principais problemas que tem estado a preocupar a organização e as equipas é a autonomia das viaturas, uma vez que a decisão de seguirem pela rota alternativa poderá significar que alguns não tenham combustível suficiente, até porque já terão gasto bastante na etapa de hoje.
O rali deverá dirigir-se para a região de La Rioja nos próximos dias, mas mesmo aí, também as trovoadas têm provocado estragos e inundações pelo que também para a esta zona terá que ser elaborado alguma espécie de plano alternativo.



