Troféu Super SSV 2023 revelado em Coruche no passado fim de semana

  • COMPETIÇÃO DE BUGGIES MANTÉM FORMATO "RALI"
  • TROFÉU SUPER SSV PASSA A TROFÉU NACIONAL
  • SUPER SSV VÁLIDO PARA O CHALLENGE TT FMP 2023

A vila de Coruche acolheu no passado domingo dia 29 de Janeiro a Gala X-Adventure, um evento organizado pela X-Adventure para realizar a entrega de troféus de todas as competições por si promovidas e simultaneamente apresentar a edição de 2023 das mesmas.   Entre motos, quads, SSV e 4x4, os três troféus promovidos pela X-Adventure reuniram mais de 600 praticantes de desportos motorizados, que se distribuíram  pelo Troféu X-Trophy e o Troféu Super SSV que se disputados no âmbito da FMP - Federação de Motociclismo de Portugal, e pelo CISET 4x4 - Challenge Ibérico Super Extreme Trial 4x4 realizado sob a égide da FPAK - Federação de Automobilismo e Karting.

A cerimónia realizou-se no auditório do Observatório do Sobreiro e da Cortiça, e teve como anfitrião o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Coruche, o Sr. Francisco Oliveira.

A época que agora teve o seu ponto final revelou-se exigente e com desafios difíceis de superar, mas que ainda assim permitiu levar a cabo praticamente todos os eventos previstos, servindo a Gala X-Adventure também como um momento de uma justa homenagem a pilotos, parceiros e organizadores que ao longo de todo o ano de 2022 fizeram de todos os troféus o sucesso que todos conhecemos.

Para além da a entrega de troféus os vencedores de todas as classes, a Gala X-Adventure foi também dedicada á apresentação da época de 2023,  que irá ter algumas melhorias e alterações face ao que foi realizado em 2022,  dando assim continuidade ao trabalho de consolidação e crescimento do troféu.

A FMP-Federação de Motociclismo de Portugal esteve também presente, representada pelo Sr. José Rita, presidente da comissão de todo-o-terreno, que nos revelou algumas das novidades fruto da renovada parceira entre X-Adventure e FMP, apresentando ainda o novo Challenge TT, uma nova competição que a FMP está a lançar este ano e que promete ser um grande desafio com um conjunto de provas singulares e bastante diferentes entre si.

A edição de 2023 traz consigo também uma novidade menos boa, com a categoria de Mini-Buggy a deixar de fazer parte do Troféu.  Infelizmente, apesar de todos os esforços do promotor, das organizações e de alguns pilotos que se empenharam em dinamizar a categoria, a mesma foi sempre pouco participada, pelo que a decisão unânime foi a de abolir a classe.

O Troféu Super SSV 2023 irá também integrar o calendário do Challenge TT, uma nova competição lançada pela FMP , e que tem como principal característica ser composta por eventos significativamente diferentes entre si.

Para manter e aperfeiçoar será o "Formato de Rali" das provas do Troféu Super SSV, com os pilotos a poderem realizar múltiplas passagens um a um pelos troços que irão compor as provas, num esquema composto por PEC - Provas Especiais de Classificação, agrupadas em setores de 5 ou 10 PEC cada.

O calendário do Troféu Super SSV 2023 é composto por 5 provas, a começar já no próximo dia 11 de Fevereiro em Pinhal Novo, Palmela, e terminando a 9 de Dezembro em Coruche.

A prova de inicio da temporada, organizada pela Associação MX Caramelos, de Lagoa da Palha, em Pinhal Novo regressa ao calendário depois de uma primeira edição de 2022 particularmente bem sucedida e interessante.    A organização já prometeu melhorias e um recinto mais bem preparado, levando em conta a aprendizagem feita no ano passado.  Esta é uma prova disputada num terreno muito aberto, praticamente sem árvores e em piso quase sempre em areia, bastante acessível a todos.

Depois do Pinhal Novo seguir-se-á um longo interregno até 18 de Junho, data em que terá lugar um novo evento disputado em Pampilhosa da Serra e que será válido para o Challenge TT .  A prova disputada na região centro ingressa no calendário pela primeira vez, prometendo ser um desafio bastante interessante e ao nível das melhores provas do Troféu.

Uma vez disputada a prova do centro de Portugal, o troféu Super SSV irá ter a sua segunda pausa do ano, regressando apenas a 30 de Setembro, para a segunda novidade do ano: O Super SSV Barcelos.  Será a primeira vez que o troféu viajará até ao norte do país, para uma prova que se espera muito competitiva e interessante, disputada numa zona repleta de amantes do desporto motorizado.   A zona de assistências ficará localizada ás portas da cidade, junto ao Estádio Cidade de Barcelos, podendo usufruir de uma vasta área pavimentada.  As pistas estarão desenhas nos terrenos circundantes.

A 11 de Novembro a caravana do Troféu Super SSV regressará a uma região mais habitual, mas para disputar mais uma prova nova, desta vez o Super SSV Ponte de Sor 2023.  Apesar da cidade de Ponte de Sor ser já conhecida das competições promovidas pela X-Adventure, esta será a primeira vez que os SSV a irão visitar.  As pistas desta região são sobejamente conhecidas dos amantes da modalidade, tornadas famosas pelas frequentes passagens da Baja Portalegre por esta região arrastando milhares de fãs.   Os participantes do Super SSV Ponte de Sor irão circular nas mesmas pistas, faltando apenas definir alguns pontos do troço composto sobretudo por caminhos florestais em terra batida e areia, e podendo vir a conter uma ou duas passagens de água.

A ultima prova do ano será disputada a 9 de Dezembro, na já muito conhecida pista de Coruche, desenhada no interior de uma floresta de eucaliptos nas imediações da localidade de Várzea de Água.  Esta pista é já um marco na competição e é do agrado da generalidade dos pilotos, que a reconhecem como particularmente divertida e completa, onde é relativamente fácil alcançar um bom ritmo.  No entanto, todos a respeitam, pois sabem que se forem demasiados ambiciosos a pista poderá a qualquer momento colocar um ponto final nas ditas "ambições".

O Troféu Super SSV 2023 só é possível realizar graças á parceira muito próxima entre a X-Adventure e a FMP - Federação de Motociclismo de Portugal, e a um leque de parceiros que apoia o troféu e onde se incluem a Mundimat, a Mundilimpa, a Tanqueluz, a Tractomoz, o Guia Rural, e o Imagens Desportivas.

Todas as informações sobre o Troféu Super SSV poderão ser encontradas no renovado site oficial, que está disponível no endereço www.superssv.com.    Poderá ainda acompanhar o desenrolar das provas e do troféu através do Facebook, em https://www.facebook.com/SuperSSV

 

Comunicado oficial

Troféu X-Trophy 2023 apresentado na Gala X-Adventure

• TROFÉU X-TROPHY “SOBE DE ESCALÃO” E PASSA A TROFÉU NACIONAL
• PROVAS X-TROPHY VÁLIDAS PARA A MINI-BAJA E CHALLENGE TT FMP
• RESISTÊNCIAS TT REGRESSAM AO NORTE DO PAÍS
 
A X-Adventure realizou no passado domingo 29 de Janeiro a sua primeira Gala, um evento que reuniu as três competições por si promovidas, nomeadamente o Troféu X-Trophy e o Troféu Super SSV que se disputam no âmbito da FMP - Federação de Motociclismo de Portugal, e ainda o CISET 4x4 - Challenge Ibérico Super Extreme Trial 4x4 realizado sob a égide da FPAK - Federação de Automobilismo e Karting.   A cerimónia realizou-se no auditório do Observatório do Sobreiro e da Cortiça, e teve como anfitrião o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Coruche, o Sr. Francisco Oliveira.
 
Este grande evento serviu para entregar os troféus da edição de 2022 aos vencedores de todas as classes de todas as competições, enaltecendo o esforço que todos, incluindo pilotos, parceiros e organização fizeram ao longo de uma temporada que provou ser exigente e repleta de desafios, mas também bastante gratificante e que terminou com  provas bastante interessantes e bem disputadas em todas as modalidades.
 
Para além dos merecidos prémios entregues aos vencedores, a Gala X-Adventure serviu também para apresentar as linhas mestras da temporada que está prestes a arrancar, incluindo um conjunto de novidades que vêm consolidar o Troféu X-Trophy como uma das principais competições nacionais, sobretudo no que diz respeito ao todo-o-terreno.
 
A FMP-Federação de Motociclismo de Portugal esteve também presente, representada pelo Sr. José Rita, presidente da comissão de todo-o-terreno, que revelou que o Troféu X-Trophy irá passar a ter o estatuto de Troféu Nacional durante a temporada de 2023, e que irá ainda ser válido para o campeonato de Mini-Baja e também para o Challenge TT, uma nova competição que a FMP está a lançar este ano e que promete ser um grande desafio com um conjunto de provas singulares e bastante diferentes entre si.
 
Quanto á edição de 2023 do Troféu X-Trophy, a competição está estruturada como já vem sendo hábito, com as provas a terem lugar no período de "defeso" do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno (CNTT), consolidando algumas provas já conhecidas mas também visitando novas paragens introduzindo novas provas.
 
O Pinhal Novo será a localidade com honras de abertura da edição de 2023 do Troféu, uma prova que se disputou pela primeira vez em 2022 e que se revelou um sucesso, regressa neste ano com várias melhorias no terreno para um melhor desenrolar de todo o evento aproveitando as lições obtidas na estreia.  Esta prova tem a particularidade de ser também válida para o Challenge TT nas categorias Moto e Quad.   Esta é uma prova disputada num terreno muito aberto, praticamente sem árvores e em piso quase sempre em areia, bastante acessível a todos.
 
Um mês depois do arranque, a caravana ruma até ao extremo norte do Ribatejo, mais propriamente até Ferreira do Zêzere, que também se estreou no troféu em 2022.  Com a "X-Trophy Village" , ou seja o Parque de Assistências instalado no Aeródromo Municipal de Ferreira do Zêzere, esta é uma prova que oferece condições ótimas para as equipas poderem estar instaladas, mesmo em condições climatéricas adversas.  Já os pilotos têm pela frente um desafio exigente, com a pista desenhada nas estradas e caminhos florestais que percorrem as encostas sobranceiras à Albufeira de Castelo de Bode.
O X-Trophy Ferreira do Zêzere será particularmente interessante para os mais novos, nomeadamente as classes iniciados, pois a corrida irá ser válida para o Troféu Mini-Baja.
Ferreira do Zêzere marcará o inicio da longa pausa "estival" para os pilotos Hobby, no entanto os pilotos Federados terão em Junho uma nova oportunidade medirem forças, num novo evento que está a ser programado em conjunto com a FMP na região centro de Portugal, que terá um figurino um pouco diferente das restantes provas mas promete ser muito interessante e divertido.
Chegado o Outono recomeçará em força o X-Trophy, já com toda as classes em prova.  Será a cidade de Barcelos que a 1 de Outubro irá receber a caravana do X-Trophy, num regresso deste troféu ao norte de Portugal depois de uma prolongada ausência.  A "X-Trophy Village" irá ficar localizada junto ao Estádio Cidade de Barcelos, e toda a prova irá desenrolar-se na região circundante.   É esperado bastante publico nesta corrida e também uma participação de pilotos locais significativa.
 
A 12 de Novembro o X-Trophy viajará até Ponte de Sor no Alto Alentejo, uma prova que regressa ao calendário depois de uma prolongada ausência.  Famosa pela suas pistas, frequentemente utilizadas pela Baja Portalegre, a prova da Ponte de Sor irá ser também um desafio exigente e disputado, com troços rápidos em piso mais arenoso e possivelmente uma ou outra passagem de água, dependendo da versão final do traçado.   Também em Ponte de Sor a zona de assistências irá ficar localizada numa zona pavimentada, muito espaçosa e que oferece excelentes condições para todos.
 
Finalmente a 10 de Dezembro disputar-se-á a derradeira prova de uma temporada que se espera particularmente intensa e bem disputada, cabendo a Coruche e á sobejamente conhecida pista da Várzea de Água as honras de atribuir as ultimas pontuações do ano.   Apesar das limitações em termos de Paddock,  o  terreno e a pista com múltiplas configurações são do agrado dos pilotos, que de um modo geral a reconhecem como particularmente divertida e mas também muito exigente e rápida sobretudo para os que ambicionam os melhores lugares.
 
O Troféu X-Trophy 2023 só é possível realizar graças à colaboração muito próxima entre a X-Adventure e a FMP - Federação de Motociclismo de Portugal, e a um leque de parceiros que apoia o troféu e onde se incluem a GoldSpeed, a Mundimat, a Mundilimpa, a Tanqueluz, a Tractomoz, o Guia Rural, e o Imagens Desportivas.
 
Todas as informações sobre o Troféu X-Trophy poderão ser encontradas no renovado site oficial, que está disponível no endereço www.x-trophy.com.   Poderá ainda acompanhar o desenrolar das provas e do troféu através do Facebook, em https://www.facebook.com/xtrophy
 
Comunicado oficial X-Trophy
 
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Dakar 2023: Fera do deserto: conheça o GR DKR Hilux pilotado por Lucas Moraes no Dakar

 

Fórmula 1, Dakar, Le Mans, Indianápolis. Essas são as quatro conquistas máximas do esporte a motor mundial. E todas têm em comum o fato de exigirem longos períodos de desenvolvimento técnico e muita especialização por parte das principais equipes e fabricantes envolvidos. No último domingo (15), o Brasil alcançou um resultado histórico com o terceiro lugar de Lucas Moraes no Dakar, competindo ao lado do navegador alemão Timo Gottschalk por mais de 8.500km nos desertos da Arábia Saudita.
Atual bicampeão do Rally dos Sertões, Lucas Moras fez uma estreia espetacular na mais difícil prova off-road do mundo a bordo de um Toyota GR DKR Hilux T1+, versão ultrarrobusta e sofisticada da picape vendida mundialmente pela fábrica japonesa. A seguir apresentamos alguns detalhes da picape desenvolvida pela equipe belga Overdrive Racing e a fábrica sul-africana Hallspeed, parceiras oficiais da Toyota no off-road.
O atual GR DKR Hilux é construído na sede da Hallspeed na África do Sul, país que se tornou um centro de desenvolvimento do rally mundial. Ele foi apresentado em 2021 como o maior salto tecnológico do programa Dakar da Toyota, criado em 2011. A meta era vencer o Dakar 2022, o que foi conseguido com a dupla formada pelo piloto catarino Nasser Al-Attiyah e o navegador francês Mathieu Baumel. No último domingo o duo novamente conquistou o primeiro lugar em das mais difíceis edições da prova.
No caminho para se chegar ao modelo atual, destacam-se dois outros brasileiros: o piloto Reinaldo Varela e o navegador Gustavo Gugelmin, que utilizaram o projeto da Hallspeed-Overdrive para obter diversos resultados importantes no Campeonato Mundial de Cross-Country, como a vitória no Italian Baja, além do primeiro lugar no Rally dos Sertões – ambos em 2013.

Chassi tubular – O carro é montado sobre um chassi de estrutura tubular em liga de aço no qual é acoplada a carenagem com as mesmas linhas da picape Toyota Hilux cabine-dupla, mas construída em uma combinação de fibra de carbono e kevlar – e não em aço como nos carros de produção.
O motor foi posicionado centralmente, na mesma configuração dos Toyota do Dakar desde 2016, preservando também o layout do cockpit. Mas a partir de 2022 o carro passou a usar dois estepes ao invés de três, seguindo as novas regras do Dakar para a categoria principal, a dos Carros T1+.
Tanto a suspensão dianteira quanto a traseira empregam triângulos duplos sobrepostos com 350mm de curso, uma geometria predominante nos carros de competição. O sistema emprega apenas um amortecedor por roda, em uma mudança importante de conceito de suspensão em relação ao sistema de dois amortecedores do Toyota anterior.

Pneus enormes – As rodas são as italianas Evo Course, com aro de 17 polegadas, nas quais são montados enormes pneus BF Goodrich nas medidas 37/50R17 – o tamanho se deve ao fato de que nos rallies os pneus menores sofrem furos com mais facilidade. Para a alegria dos designers, os pneus passaram a dar aos carros do Dakar um aspecto de “Hotwheels” – os famosos carrinhos de brinquedo –, especialmente em modelos de desenho mais ousado, como o do Audi RS Q e-tron e o Prodrive Hunter T1+.
O câmbio é da especialista francesa Sadev, com seis velocidades e mudança sequencial por alavanca. O tanque também é grande, fabricado nos Estados Unidos, com capacidade de 540 litros. Para evitar vazamentos em acidentes, essa célula segue o padrão FT3 da FIA, com cofre de fibra de carbono e contêiner de borracha deformável, além de uma válvula de segurança anticapotagem.
Para tentar uma nova vitória em 2023, a Toyota submeteu o GR DKR Hilux a mais de 130 dias de testes e corridas, superando os 25 mil km de avaliações práticas. A fábrica japonesa investiu em novos desenvolvimentos dos diferenciais, além de reforços para peças e triângulos da suspensão.
Os ajustes de amortecedor foram otimizados, assim como as possibilidades de regulagem do câmbio. Foi necessária também uma versão diferente de software para que a ECU (centralina eletrônica que gerencia o fluxo de gasolina para o motor) fornecida pela australiana MoTec se adaptasse à nova formulação de combustível usada no Dakar.

Motor do Land Cruiser – O motor é um V35A de 3,5 litros, o mesmo que equipa o Land Cruiser 300 GR Sport – modelo ainda não disponível no Brasil. Alimentada a gasolina, a unidade é uma V6 biturbo que entrega 266 kW (ou 356,4 cv) de potência e torque de 660 Nm a 5.100 rpm. Não é um propulsor excepcionalmente potente, pois as condições de pouca aderência do off-road tornam o excesso de força contra-produtivo na pilotagem.
Mesmo assim, a curva de potência é controlada eletronicamente pela FIA dentro da política chamada “Equivalence of Technology”, ou algo como equalização da tecnologia. Ela é baseada em dados de GPS que medem a aceleração longitudinal dos veículos e tem como objetivo permitir que carros de diferentes conceitos e tecnologias possam competir em um nível similar de performance.
Como é o caso das citadas Fórmula 1 e 24 Horas de Le Mans, esse controle é o calcanhar de Aquiles da FIA, em um padrão que se repete em todas as competições automobilísticas modernas – ou seja, é uma grande dor de cabeça. No Dakar em curso, por exemplo, após quatro dias de corrida os sistemas eletrônicos de controle da entidade detectaram uma leve desvantagem para os carros dotados de motores elétricos – os Audi RS Q e-tron.
Por isso, dentro do que determina o regulamento, mas ainda no quarto dos 15 dias de corrida, foi autorizado o aumento de 8kW (ou 11cv) para estes veículos, que disputam a categoria principal e são grandes rivais dos Toyota GR DKR Hilux, entre outros. Imediatamente o piloto campeão, Nasser Al-Attiyah, disparou em suas mídias sociais: “Obrigado, FIA, por matar este Dakar já em seu começo”. O comentário gerou reações nervosas por parte da Audi, crítica do regulamento 2023 do Dakar. Na guerra vale tudo, mas a gritaria não deu em nada. O Toyota GR DKR Hilux conquistou dois dos três primeiros lugares no pódio.


Toyota GR DKR Hilux T1+
Ficha-Técnica
Apoio: 
Red Bull e SpeedMax (PneuStore)
Chassi:
 estrutura tubular em liga de aço
Carenagem: Toyota Hilux cabine dupla construída em kevlar e fibra de carbono
Tanque: 540 litros, padrão FIA FT3, cofre de fibra de carbono com contêiner de borracha deformável. Válvula de segurança anticapotagem
Medidas: 4.810mm (comprimento), 2.300mm (largura), 1.890mm (algura), 3.140mm (entreeixos)
Peso: 2.000kg sem fluídos
Motor: unidade V35A de série, 3,5 litros, gasolina, V6, biturbo. 266 kW (ou 356,4 cv) de potência e torque de 660 Nm a 5.100 rpm. Origem: Land Cruiser 300 GR Sport
Gerenciamento: MoTec com supervisão e padronização FIA da curva de potência
Transmissão: câmbio sequencial de seis marchas Sadev, engate por alavanca. Embreagem com discos cerâmicos de 215mm. Diferenciais de deslizamento limitado (dianteiro, central, traseiro)
Rodas: Evo Corse de 17 polegadas em liga leve
Pneus: BF Goodrich nas medidas 37/50R17
Suspensão: dianteira e traseira empregam triângulos duplos sobrepostos com 350mm de curso

 

 

Comunicado Oficial

Dakar 2023: O regresso de Hélder Rodrigues agora nas quatro rodas

 

Depois de onze participações no Dakar, entre 2006 e 2017, onde realizou um percurso notável nas duas rodas, Hélder Rodrigues regressou à competição para fazer a sua estreia nos automóveis competindo na Classe T3 destinada aos protótipos ligeiros.

Um projeto para o qual se perspetiva um futuro risonho para o “estrelinha” que já neste Dakar rolou sistematicamente entre os mais rápidos. Esteve quase a ganhar uma etapa que se iria juntar às nove que já conquistou em anos passados. Competiu com um CanAm da South Racing e foi acompanhado na navegação por Gonçalo Reis. Um balanço positivo de um piloto que se habituou a querer sempre mais e a trabalhar para isso.

“Foi o meu primeiro Dakar de quatro rodas, tinha muita coisa a aprender, alguns detalhes de corrida, já tínhamos feito alguns testes, mas em corrida tínhamos pouca experiência. Fomos sempre evoluindo, ganhando confiança. Passados cinco anos sem competição à séria é difícil regressar, mas é desafiante. Foi um Dakar bastante duro com muitos dias de corrida, mas dias também muito bonitos. Agora há que continuar o trabalho e voltar à forma física, psicológica e técnica na parte do automóvel, para conseguirmos uma evolução forte, grande e melhorarmos em todos os aspetos”, referiu Helder Rodrigues no final do rali.

 

Comunicado Oficial

Dakar 2023: El KH-7 Epsilon Team consigue salir de las dunas y llegar a Dammam con su camión híbrido de hidrógeno

 

Rescatado el camión del equipo español de su remoto emplazamiento en las dunas del Empty Quarter con la ayuda de cuatro coches y tras pasar 48 horas en el desierto.

El incidente ha servido, también, para demostrar la seguridad del sistema de hidrógeno y también su fiabilidad, ya que han podido consumir el remanente de gas en el tramo por carretera hasta el podio final de Dammam.

“Acabamos felices de haber sido pioneros y satisfechos de haber demostrado que esta tecnología es viable y que se puede hacer una carrera más limpia”, concluye Jordi Juvanteny.

 

Jordi Juvanteny, José Luis Criado y Jordi Ballbé han llegado esta noche a Dammam al volante del MAN del KH-7 Epsilon Team impulsado por su mecánica híbrida de gasóleo e hidrógeno tras superar un rescate heroico de su vehículo en las dunas del Empty Quarter, donde volcaron el pasado viernes. Tras pasar dos noches al raso, el equipo español ha conseguido poner en marcha su 6x6 esta mañana hacia las 10h como colofón a una operación muy compleja y que han resuelto con la colaboración de cuatro coches de la organización. Juvanteny, Criado y Ballbé, pioneros en la introducción del H2 en la carrera más dura del mundo, valoran muy positivamente su contribución tecnológica a la competición, que ayudará a hacer del Dakar una propuesta más sostenible en el futuro inmediato.

El prólogo de la película final del KH-7 Epsilon Team en el Dakar 2023 es una proeza, la de su actuación en la etapa entre Shaybah y el Empty Quarter. En una de las especiales más difíciles que se recuerdan para los camiones, el equipo español concluyó la jornada con solvencia y presumiendo de forma merecida de un tiempo acumulado en competición que los situaría, de estar inscritos en categoría FIA, en el 16ª plaza absoluta, pese a afrontar cada especial los últimos en el orden de salida. Sin embargo, en la etapa 12, la fortuna que les venía acompañando desde el primer día de 2023 les dio, de golpe, la espalda. Lo resume José Luis Criado: “El recorrido se parecía mucho al del día anterior, con dunas y más dunas. La concentración en cabina era máxima, y veníamos sorteando cada waypoint con sufrimiento, pero con éxito. En esa jornada debemos confesar que dimos un estirón a un par de Tatras, que pidieron nuestra eslinga pese a que el reglamento no se lo permitía, y es que la especial estaba siendo muy cruel con los camiones. Hasta que llegó una duna enorme en el kilómetro 93, a 600 metros del 28º punto de paso del libro de ruta. Nos encontramos en ese lugar con otros tres camiones punteros, todos intentando buscar el paso más adecuado. Nosotros nos aventuramos por un camino donde no había huellas, pero nos siguió faltando poco para coronar… El problema es que, tras recular yendo marcha atrás topamos con una cresta y caímos hacia el costado derecho. ¡Una fatalidad!”.

Empezaban los problemas para el equipo, que por su retrasada posición de salida caminaba cada día, literalmente, en el alambre si sufrían el más mínimo incidente, ante la falta de rivales que pudiesen asistirles. Sigue la película Jordi Ballbé: “Fue el único momento de este Dakar en que no tuvimos suerte. Estábamos los tres colgados de nuestros cinturones y escapamos por la ventana de Juvanteny tras cortar el encendido y cerrar rápidamente la alimentación de hidrógeno. Eran las 16.30h de la tarde, así que nos quedaba apenas hora y media de luz solar. Por la zona apareció un Tatra que intentó estirarnos, pero entre sus pocas ganas y nuestro elevado peso resultó imposible. Nos quedamos solos en el desierto esperando ayuda”.

Acababa allí su aventura en carrera y comenzaba la odisea del rescate del camión, que inició con una primera ayuda por aire, como explica Jordi Juvanteny: “No tardó en aterrizar cerca de nuestra posición un helicóptero de la ASO con personal médico y raciones de comida y agua. Pasaron toda la noche cerca de nosotros por motivos de seguridad. Entre tanto, contactamos por Iritrack con la organización para sugerirles si podía venir a ayudarnos una máquina que trabajaba en una pista a 20 kilómetros de nuestra posición, pero la idea no resultó por cuestiones de protocolo. Así que sacamos los sacos de dormir a la arena e intentamos descansar… sin demasiado éxito”.

 Al día siguiente, este sábado, Juvanteny, Criado y Ballbé debieron esperar hasta las 15.30h para ver llegar la ayuda. Continúa la historia José Luis Criado: “Pasábamos el día a la sombra de nuestro amigo, el camión, siempre protector hasta en los peores momentos, y con la idea de pasar una larga temporada en el desierto. Y a las 15.30h un ruido nos sobresaltó: eran motores de coches que llegaban como si fueran el Séptimo de Caballería. Al principio nos decepcionó ver tan sólo a un par de todoterrenos, pero la llegada de camiones a la zona era inviable. El equipo de rescate lo formaba personal multinacional y muy experimentado… así que empezó el debate”.

 Los rescatadores, pronto reforzados con la llegada de dos coches más, y los integrantes del KH-7 Epsilon Team sopesaron varias posibilidades hasta dar con una opción que permitía salvar el camión, como explica Juvanteny: “La operación constaba de dos etapas. En primer lugar, tirar con los dos coches para separar el MAN de la duna y, tras quitar mucha arena, tirar del otro lado para ponerlo en pie. Y así fue como cuatro coches consiguieron poner en pie las 12 toneladas de nuestro camión. Los trabajos duraron casi dos horas, a las que hubo que sumar toda la labor posterior de puesta a punto. Nos gustaría, eso sí, agradecer a la organización su apoyo en todo momento, que nos han hecho sentir siempre respaldados y seguros”.

Tras una segunda noche en el desierto, Jordi Juvanteny pudo poner en marcha el camión hacia las 10 horas de hoy domingo, momento tras el cual se aventuró junto a sus compañeros en el reto de superar las temibles dunas hasta alcanzar el punto en el que les esperaba la asistencia. Iniciaron desde allí una larga ruta por carretera hasta Dammam que les ha servido para valorar su actuación a lo largo de estas dos semanas. La primera la resume Jordi Ballbé: “Nuestro primer reto era demostrar que una motorización híbrida de gasóleo e hidrógeno era viable, algo que hemos conseguido, en primer lugar, tras mucho trabajo técnico y de despachos previo al mes de diciembre, y, posteriormente, en carrera, donde los resultados nos permiten hablar de un éxito rotundo”.

 Jordi Juvanteny añadía su lectura: “La primera conclusión es que el hidrógeno es completamente viable para el Dakar, algo que hemos demostrado a nivel prestacional y también de seguridad, como evidencia que, a pesar de haber volcado, el sistema sigue intacto y hemos podido agotar el depósito de hidrógeno en el tramo por carretera hasta Dammam”.

 Completa la tesis José Luis Criado: “Nuestra historia en estas dos semanas confirma que un Dakar más limpio es posible. Volvemos a casa felices por nuestra condición de pioneros en la introducción del hidrógeno en la carrera”.

 

Comunicado Oficial

Dakar 2023: Joan Font culmina con éxito un Dakar “largo y duro”

 

El de Vic y Themis López superan la última especial y suben al podio de Dammam en la 16ª posición de la categoría T3.

El piloto de FN Speed hace un balance muy positivo de su quinta participación en el rally más duro del mundo.

“Hemos conseguido el objetivo, que era acabar y ayudar al equipo. Con Themis nos hemos entendido muy bien y el coche ha funcionado perfecto”.

El viaje ha llegado a su fin. Joan Font ha culminado este domingo el reto deportivo, técnico y humano del Dakar, y lo ha hecho con sensaciones muy positivas. Tras superar sin problemas la última especial, el piloto de Vic y su copiloto Themis López han subido al podio de Dammam en la 16ª posición de la categoría T3 (prototipos ligeros). Durante las dos semanas de carrera en Arabia Saudí, el Can-Am número 318 del FN Speed Team ha invertido 68 horas, 29 minutos y 29 segundos para completar los 4.317 kilómetros cronometrados (de un total de 8.894, incluidos los enlaces). Las cifras dan una idea de la magnitud del desafío del rally más duro del mundo.

Antes de sentir la satisfacción de subir al podio, había que resolver el último trámite, una especial de 138 kilómetros que discurría a orillas del Golfo Pérsico. Un recorrido rápido, mayoritariamente sobre arena mojada y barro, que el piloto catalán y su copiloto aragonés han tardado apenas una hora y 41 minutos en recorrer, a 23 minutos del líder de su categoría. En la última de las 14 jornadas (más una etapa prólogo), el planteamiento de Font no ha variado un ápice. “Durante toda la prueba he intentado ser muy fino en cuanto a pilotaje y muy seguro en cuanto al desarrollo de la carrera”, asevera.

“De esta manera, hemos conseguido el objetivo, que era acabar unas posiciones por detrás de nuestro jefe de filas y ayudar al equipo. Me he centrado en llevar el coche intacto cada día hasta el final y en una posición digna, siempre pensando que yo era una especie de fusible; tenía que trabajar al máximo para el equipo. Estamos muy satisfechos de cómo ha ido todo y también del resultado, porque estar 16º es una buena recompensa”, añade, pensando en la cincuentena de vehículos T3 que iniciaron la carrera el 31 de enero en el Sea Camp, a orillas del Mar Rojo.

Con la ayuda del ingeniero y los mecánicos de FN Speed, el coche “ha funcionado perfecto”. “FN Speed es un gran equipo, con un personal técnico detrás muy bueno”, asegura. La montura de Font en este Dakar era una de las evoluciones del side-by-side Can-Am Maverick X3 desarrollada por el preparador South Racing. La rotura de los espárragos de una rueda, en la quinta etapa, y un enganchón en el barro, en la novena, han sido los contratiempos más serios para el buggy ligero con los colores de Doga, Racing Oil y FN Speed. El tiempo perdido no afectó al libro de ruta de Font ni al excelente resultado final, en buena parte gracias al buen entendimiento con su copiloto. “Con Themis nos hemos entendido muy bien y hemos sabido resolver todas las incidencias mecánicas y de navegación”, aplaude.

Y eso que la carrera ha sido pródiga en dificultades y trampas. “Ha sido un rally que yo calificaría de largo y duro, con dos partes bien diferenciadas. La primera semana, etapas muy largas de piedras, rompecoches, que era necesario saber gestionar. Por si fuera poco, las condiciones meteorológicas, con frío, lluvia y barro, lo endurecían todavía más. Y la segunda semana ha sido de dunas y dificultad sobre la arena, con dunas muy altas, algunas de nivel 3, y arena muy fina. Era muy fácil quedar encallado, por eso era importante ser regular y cuidar la mecánica”, valora.

La edición del 2023 ha sido el quinto Dakar del excampeón de España de rallies de tierra, el cuarto consecutivo terminado. Font se estrenó en la carrera en 2017, cuando se disputaba en Sudamérica, con un side-by-side. Tuvo que retirarse, pero volvió en 2019 y terminó 40º y 5º en categoría Open. En 2020 y 2021 compitió en los dos primeros Dakar en Arabia Saudí, con un Toyota Land Cruiser de producción, y los dos años fue tercero en T2. Y este año, con un prototipo ligero (T3) y en una prueba muy dura, ha firmado su mejor actuación, haciendo valer sus 30 años de experiencia en el mundo de los rallies y el bagaje de 5 Dakar disputados.

 

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Dakar 2023: Laia Sanz incrementa su récord tras alcanzar por 13ª vez la meta del Dakar

 

La piloto de KH-7 ha finalizado todas las ediciones de la carrera más dura del mundo en las que ha participado, incluida la de este 2023 que para ella ha transcurrido con multitud de adversidades que ha tenido que superar.

Junto a su copiloto Maurizio Gerini, la de Corbera de Llobregat ha demostrado tener ritmo para estar entre los 15 primeros, aunque los problemas han condicionado el resultado final.

“Significa mucho para mí haber terminado 13 de 13, que es algo increíble y nos ha costado mucho. Me queda un sabor agridulce, porque acabar el Dakar está muy bien, pero sabemos que podríamos haber estado bastante adelante este año”.

“He visto que he dado un paso adelante importante y que podíamos haberlo hecho bien, pero la mecánica a veces en el motorsport juega malas pasadas y este 13 empiezo a pensar que sí da mala suerte”.

 

Otro Dakar completado para Laia Sanz. ¡Y ya van 13 seguidos! La de KH-7 sigue rompiendo estadísticas y ampliando su leyenda con una meta alcanzada más en su palmarés. La de Corbera de Llobregat se mantiene, pues, como única piloto española que ha logrado finalizar 11 participaciones seguidas en moto, más dos en coches, con un 100% de fiabilidad, algo de lo que muy pocos en todo el mundo pueden alardear.

Laia Sanz ha cruzado la línea de llegada situada en Dammam, a orillas del Golfo Pérsico, 15 días después de haber tomado la salida en el extremo opuesto de Arabia Saudí, en la ribera del Mar Rojo. En estas dos semanas, ha recorrido 8.894 kilómetros en total, 4.317 de ellos cronometrados y repartidos en 14 etapas, más una prólogo. Con 64 horas, 21 minutos y 54 segundos acumulados de travesía y mil y una vicisitudes, la catalana ha finalizado en 65ª posición absoluta, 32ª de coches T1 y 14ª de la clasificación de prototipos de tracción 4x2.

El resultado no es el esperado para la mejor piloto femenina de motos de toda la historia del Dakar –9ª absoluta en 2015–, que aspiraba ahora a entrar en el Top 15 de la categoría de coches en su segunda participación sobre cuatro ruedas, pero los contratiempos mecánicos condicionaron muy pronto sus posibilidades.

“Significa mucho para mí haber terminado 13 de 13, que es algo increíble y nos ha costado mucho. Me gustaría agradecer a los mecánicos el trabajo de cada día y de cada noche. También a mi copiloto Maurizio Gerini, que lo ha hecho muy bien. Es verdad que me queda un sabor agridulce, porque acabar el Dakar está muy bien, pero sabemos que podríamos haber estado bastante adelante este año”, confiesa Laia Sanz.

Los problemas para ella y su copiloto Maurizio Gerini empezaron en la segunda etapa, cuando se rompieron los espárragos de una rueda y perdieron varias horas hasta que pudieron reparar y continuar. Ése fue el primer gran revés que sufrieron, justo el día en el que habían marcado varios parciales a las puertas del Top 10 de la etapa, gracias a un ritmo que hacía presagiar un gran resultado para ellos. Pero el momento más crítico llegaría tres días después, en la etapa cinco, cuando yendo a 140 km/h en una recta en llano sufrieron un aparatoso vuelco –“inexplicable”, dijeron– con cinco vueltas de campana incluidas y que a punto estuvo de costarles el abandono. Afortunadamente, la estructura del vehículo no quedó afectada y, con la ayuda del cuarto coche en carrera del equipo ASTARA y del camión T5 de asistencia en carrera, pudieron reparar y seguir adelante.

A partir de ahí, Laia Sanz se fijó dos objetivos: terminar la prueba más dura del mundo por 13ª vez y lograr buenos resultados de etapa. El primero de ellos, lo ha conseguido hoy. El segundo, se quedó a medio camino, dado que demostró tener ritmo para estar entre el 10º y el 15º lugar, pero distintos inconvenientes mecánicos lastraron sus posibilidades. Al final, después de varios resultados entre los 25 primeros, logró un 18º puesto en la novena etapa, su mejor clasificación en los dos años que ha competido en coches.

La de KH-7 ha cerrado este domingo 15 de enero el Dakar 2023 con un 36º puesto en la 14ª y última especial del rally, a 13 minutos del primero. “Hoy creía que nos lo pasaríamos bien, pero hemos tenido problemas de potencia y nos lo hemos tomado con calma para llegar al final, y eso es lo más importante”, reconoce.

Pese a las dificultades, Sanz ha demostrado una gran evolución respecto a la edición anterior, que marcó su debut sobre cuatro ruedas: “Por el ritmo que teníamos he visto que he dado un paso adelante importante y que podíamos haberlo hecho bien, pero la mecánica a veces en el motorsport juega malas pasadas y este 13 empiezo a pensar que sí da mala suerte. No hemos tenido ni un día limpio en el que no sucediera algo, y eso resulta un poco frustrante, pero hemos aprendido muchas cosas de las situaciones difíciles de este Dakar. Nos quedamos con que sabemos que podemos ser muy competitivos en la próxima edición”, vaticina.

 

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Dakar 2023: 3º colocado, Moraes faz melhor estreia que seus heróis do Dakar

 

A atuação surpreendente de Lucas Moraes na 45ª edição do Rally Dakar foi encerrada neste domingo (15) com a confirmação do terceiro lugar entre os 73 carros inscritos na categoria principal da competição, que teve início no dia 31 de dezembro e percorreu mais de 8.500km em desertos e territórios inóspitos da Arábia Saudita. Ao lado do navegador alemão Timo Gottschalk e a bordo de um Toyota GR DKR Hilux, Moraes, de 32 anos, terminou no terceiro lugar na classificação geral em sua estreia no Dakar, um resultado que também é o melhor de um brasileiro na prova – superando o oitavo lugar de Klever Kolberg e do navegador francês Pascal Larroque, em 2002, a bordo de um Mitsubishi Pajero Full.
Moraes chegou ao Dakar demonstrando reverência tanto em relação à grandeza do desafio quanto aos principais pilotos, que ele tem como seus ídolos no esporte. O brasileiro, no entanto, acabou registrando a melhor estreia se comparado a seus heróis no Dakar, superando ícones como Carlos Sainz (11º em 2006), Stephane Peterhansel (7º na categoria Carros em 1999), Sébastien Loeb (9º em 2016), Giniel de Villiers (5º em 2003), Yazeed Al-Rajhi (abandonou em 2015) e o próprio Al-Attiyah (10º em 2004).
O resultado é o mais importante da carreira de Moraes e traz embutido outros marcos: melhor piloto da equipe Overdrive, melhor rookie do Dakar 2023 e segundo melhor Toyota da edição número 45, atrás apenas do Toyota GR DKR Hilux da dupla vencedora, Nasser Al-Attiyah (Qatar)/Mathieu Baumel (França). Anteriormente, o piloto tinha como pontos altos a conquista do Rally dos Sertões em 2019, quando tornou-se seu mais jovem campeão, e em 2022.

”As mensagens me deram força” – “Terminamos o Dakar! Realmente não dá pra acreditar. Acho que ainda vai demorar algum tempo pra cair a ficha. Ainda está difícil de falar, de segurar a emoção. Mas conseguimos! Obrigado pelo apoio de todos lá do Brasil, especialmente aos meus amigos e familiares, ao pessoal todo que não parava de mandar mensagens de incentivo. Elas me deram muita força nestes dias”, disse, ainda com lágrimas nos olhos e voz embargada, Lucas Moraes. “Eu dedico esse pódio ao Brasil, aos fãs e não fãs do rally, a tanta gente que torceu por mim somente por ser brasileiro. Muito obrigado a todos!”, concluiu.
O Brasil comemorou no Dakar 2023 mais um título para a história de seu off-road, com o navegador Gustavo Gugelmin, campeão dos Protótipos Leves em parceria com o piloto norte-americano Austin Jones. Antes, Gugelmin já havia sido bicampeão entre os UTVs de produção preparados para competição: em 2018 com Reinaldo Varela e 2022, com Jones. A dupla ficou 52 minutos à frente dos concorrentes mais próximos, Seth Quintero (EUA) e Dennis Zenz (Alemanha).
Ainda entre os Protótipos Leves, Pâmela Bozzano e Carlos Sachs terminaram no 32º lugar, com Enio Bozzano Junior e Luciano Gomes em 34º. Nos quadriciclos, o brasileiro Marcelo Medeiros terminou em nono lugar após ter vencido quatro especiais seguidas, entre os dias 10 e 13.
Já nos UTVs, Bruno Conti de Oliveira finalizou ao lado do navegador português Pedro Bianchi Prata no sexto lugar, com Rodrigo Luppi de Oliveira e Maykel Justo em 29º e Cristiano Batista, juntamente com o navegador espanhol Fausto Mota, em 32º – eles chegaram a vencer a terceira especial.

 

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Dakar 2023: Mário Patrão vence classe dos veteranos e obtém o 3º lugar na classe Original by Motul

 

Mário Patrão, piloto apoiado pelo CRÉDITO AGRÍCOLA completou hoje a sua participação na 45ª edição do Dakar onde alcançou uma brilhante vitória entre os veteranos e um magnifico terceiro lugar entre os concorrentes da Original by Motul, o enorme desafio lançado pela mais importante competição mundial de todo-o-terreno a pilotos de duas rodas que se aventuram a disputá-la sem assistência externa.

A reforçar a constatação de que esta edição do Dakar foi particularmente dura, os pilotos encontraram enormes dificuldades na pista ao longo da etapa que ligou Al-Hofuf a Dammam com um setor seletivo de 136 quilómetros cronometrados, o que não impediu o piloto apoiado pela BAHCO de superar todas as dificuldades.

“O percurso desta etapa final tinha muito barro e muita água, pois nos últimos dias houve imensa chuva. Havia uma zona onde estavam vários pilotos enterrados pela lama e eu fiquei também. A moto ficou cheia de lama a ponto de as rodas começarem a prender. Sabia que tinha de forçar com o motor para conseguir terminar e acabei por queimar a embraiagem. Depois tive de vir com muito cuidado, quando acelerava a moto patinava. Foi um desafio exigente e fisicamente desgastante. Foi lutar até ao último segundo para obter a vitória que tanto me esforcei por conseguir”. explica o piloto apoiado pela LUSIADAS SAÚDE que acrescenta:

“Aquilo que supostamente era para ser uma etapa festa de consagração, foi afinal uma carga de trabalhos, mas estou contente com a vitória alcançada e o pódio “malle moto”. Agradeço a todos os que me apoiaram e sobretudo aos patrocinadores que acreditaram em mim. Consegui que Portugal chegasse ao pódio”, salientou no final da prova o Campeão do Mundo Cross Country Rallies Veteranos, piloto apoiado pela Câmara Municipal de Seia.

 

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Dakar 2023: Vitória na etapa escapa de forma inglória a Hélder Rodrigues

 

Num Dakar onde está a fazer a sua estreia nas quatro rodas, composto por momentos melhores e outros menos felizes, tudo fazia indicar que o “estrelinha” iria hoje averbar a sua 10ª vitória em etapas do Dakar quando, a pouco menos de 40 km para o final da etapa dispunha de 1m25s de vantagem para o 2º classificado, na 13ª e penúltima etapa que ligava Shaybah a Al-Hofuf. Um setor seletivo todo ele feito nas dunas, o tipo de terreno onde o piloto já tinha evidenciado um andamento de excelência, como aliás acontecia anos atrás nas motos, mas ingloriamente com uma parte final que correu menos bem.

“Hoje foi um dia em que conseguimos andar ao nosso ritmo e liderámos até 30 km do final. Aí o Gonçalo encontrou o wpm facilmente, mas eu segui o cap mal. São situações de corrida que acontecem. Faltam-nos corridas para estarmos ao mais alto nível. Foram 5 anos sem competição. Há 8 meses eu era manager na Honda e o Gonçalo era piloto de motas. Acho que estamos no bom caminho, mas necessitamos de mais corridas e tempo para estarmos todos os dias no topo”, revelou Helder Rodrigues no final da etapa.

Amanhã, dia 15 de janeiro, a dupla Hélder Rodrigues/Gonçalo Reis, bem como a restante comitiva disputam a 14ª e última etapa do Rally Dakar 2023, que ligará Al-Hofuf a Dammam ao longo de 136 km cronometrados. Por diversas vezes o Dakar começou com uma jornada em torno da Costa do Mar Vermelho, incluindo na edição de 2023, que chegará ao fim nas margens do Golfo Arábico. Esta é uma especial de praia invulgarmente rápida com pouco ou nenhum espaço para grandes mudanças na classificação. Os concorrentes só precisam de terminar a etapa para se juntarem às celebrações no pódio em frente ao mar.

 

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Dakar 2023: Laia Sanz apunta a la meta del Dakar

 

Pese a una indisposición estomacal que le ha complicado la jornada, la de KH-7 ha podido llegar hasta el final de otra 13ª etapa poco favorable para los coches 4x2 en 38ª posición absoluta (19ª de T1).

Solo falta un día para que la española complete su 13ª participación consecutiva.

“Me he mareado mucho. Debo tener algún virus estomacal, y hoy en las dunas lo he pasado mal, porque no hacíamos más que subir y bajar, y no se veía el relieve”.

“En los años malos es cuando más se aprende y yo en este Dakar estoy haciendo un máster que me servirá muchísimo para el año que viene”.

 

No está siendo un Dakar fácil, pero lo está superando. A Laia Sanz sólo le falta un día más de competición para completar su 13ª participación consecutiva, la segunda en coche. La gesta tiene mérito, sobre todo porque le está costando mucho más de lo previsto, después de tener que afrontar multitud de situaciones adversas cada día en esta 45ª edición de la prueba más dura del mundo. Y la 13ª y penúltima etapa no ha sido una excepción. La piloto de KH-7 ha tenido que hacer de tripas corazón para llevar su ASTARA 01 hasta la meta en 38ª posición absoluta (19ª de T1), tras padecer una indisposición estomacal, en otra jornada de dunas poco favorable para los coches de tracción trasera, no así para los side-by-side.

“Me he mareado mucho. Debo tener algún virus estomacal, y hoy en las dunas lo he pasado mal, porque no hacíamos más que subir y bajar, y no se veía el relieve, lo que ha hecho que me mareara aún más. Es la primera vez que me sucede algo así, y lo he pasado mal, pero no había más remedio que seguir adelante”, cuenta la catalana.

Después de empezar el día metida en una montaña rusa de arena, la de Corbera de Llobregat ha tenido que detenerse un momento en el kilómetro 110 –de los 153 cronometrados– para reponerse: “He tenido que parar a vomitar. Se me ha hecho largo llegar a la meta. No era una especial difícil hoy, pero no ha sido nada agradable”.

Con todos los obstáculos que se ha encontrado desde que tomó la salida el día 31 de diciembre, Laia Sanz ha sabido replantear sus propósitos y fijar la meta de Dammam como objetivo prioritario. Por el camino, ha ido llenando el zurrón de experiencias en su segundo asalto sobre cuatro ruedas: “En los años malos es cuando más se aprende y yo en este Dakar estoy haciendo un máster que me servirá muchísimo para el que viene”.

Pero antes, todavía queda un postrero obstáculo: la 14ª y última etapa, que deparará 267 kilómetros de enlace y 138 kilómetros cronometrados a orillas del Golfo Pérsico, donde terminará la prueba emulando de algún modo los míticos finales en la playa del Lago Rosa, en Senegal.

 

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Dakar 2023: Rescatado el camión del KH-7 Epsilon Team, aunque deberá pasar una noche más en el desierto

 

Tres coches de la organización han ayudado a enderezar el vehículo, que se encuentra en una zona de dunas de muy difícil acceso a la que no han conseguido llegar los camiones escoba del Rally Dakar.

Jordi Juvanteny, José Luis Criado y Jordi Ballbé ya revisan la mecánica del MAN con el objetivo de retomar su marcha al alba de mañana domingo.

Los componentes del equipo español pasarán su segunda noche al raso acompañados por un helicóptero de la organización.

  

El camión del KH-7 Epsilon Team, accidentado ayer durante el transcurso de la duodécima etapa del Dakar, ya reposa normalmente sobre sus ruedas gracias a la contribución de un equipo de rescate compuesto por tres coches de la organización.

Tras una primera noche al raso en el desierto saudí del llamado Empty Quarter, que han vivido con la compañía de un helicóptero enviado directamente por la ASO, Jordi Juvanteny, José Luis Criado y Jordi Ballbé trabajan en estos momentos en la revisión de los elementos mecánicos del vehículo, que esperan volver a poner en marcha con los primeros rayos de luz solar de mañana domingo.

La duodécima etapa del Dakar se ha revelado una verdadera odisea para numerosos camiones de la caravana, entre ellos el del KH-7 Epsilon Team. La dificultad de las dunas de la jornada provocó diversos vuelcos en zonas de muy difícil acceso, como prueba el hecho que los camiones escoba de la organización no han sido capaces de llegar. Por este motivo, ASO ha debido enviar varios coches que, con la ayuda de eslingas, han podido dar la vuelta al camión y ponerlo en pie. Antes, Juvanteny, Criado y Ballbé estuvieron horas y horas preparando a golpe de pala la duna en la que habían volcado para que el camión aterrizara en una superficie relativamente firme y no volviera a volcar.

La operación de rescate se ha completado ya de noche en Arabia Saudí, de modo que Jordi Juvanteny, José Luis Criado y Jordi Ballbé se verán obligados a pasar su segunda noche al raso en la zona del incidente. En todo caso, no descansarán solos, ya que estarán acompañados por un helicóptero de la organización, que ya ayer estuvo junto a ellos en el tramo horario nocturno para velar por su seguridad.

Dakar 2023: Joan Font ya atisba la meta del Dakar

 

Penúltimo reto, superado. Joan Font ha completado sin contratiempos la 13ª etapa del Dakar, que este sábado ha llevado a los supervivientes desde Shaybah hasta Al-Hofuf, muy cerca ya de la meta en Dammam, a orillas del Golfo Pérsico. La penúltima especial constaba de 153 kilómetros en el desierto. Después de 3 horas y 17 minutos surfeando entre las dunas, Font y Themis López se han clasificado en una positiva 22ª posición de la categoría T3, a 36 minutos del vencedor del día. En la general de los prototipos ligeros, los del FN Speed Team mantienen un excelente 16º puesto.

Aunque a primera vista la especial podía parecer sencilla, debido a su kilometraje contenido, la fisonomía del terreno ha hecho que fuera muy complicada. Por cuarta jornada consecutiva, la etapa ha sido de puro desierto. “No hay que pensar que 150 kilómetros son pocos, porque eran todo dunas. Son 150 kilómetros de dunas; sales de una y empalmas con otra, y eso hace que el avance sea lento y dificultoso”, explica Font. Además, a continuación, los pilotos tenían que afrontar un largo enlace de 500 kilómetros hasta Al-Hofuf, con lo cual el recorrido total del día ha rozado los 700 kilómetros.

Una paliza considerable para unas mecánicas ya muy castigadas, después de dos semanas de competición (la etapa prólogo se disputó hace dos sábados). “La mecánica está muy fatigada y, llegados a estas alturas de la carrera, se trata de regular al máximo para alcanzar el objetivo, que es acabar y siempre trabajando a tope para el equipo”, asevera el piloto de Doga, Racing Oil y FN Speed. “Pero ya vemos la luz del final de la prueba”, se atreve a aventurar el piloto catalán, convencido y confiado de pisar el podio junto a su copiloto aragonés Themis López, al volante del Can-Am Maverick número 318.

Sin embargo, antes habrá que superar la última etapa del rally más duro del mundo, que este domingo llevará a la caravana desde Al-Hofuf hasta la ansiada meta de Dammam. En el menú del día, una última especial de 138 kilómetros. A primera vista, también parece corta y asequible, pero el Dakar exige la máxima concentración hasta el final.

 

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Dakar 2023: Isidre Esteve supera las últimas dificultades

 

Isidre Esteve y Txema Villalobos han completado los últimos 153 kilómetros cronometrados sobre arena y dunas del Dakar 2023 en clave estratégica y atendiendo al verdadero objetivo de completar la prueba. En un terreno especialmente más propicio para buggies ligeros que para los coches, la tripulación del Repsol Toyota Rally Team ha encontrado un ritmo seguro para concluir el día sin incidencias ni sobresaltos en 20ª posición de T1 y 40ª scratch. En la clasificación general ganan un puesto más y ahora ocupan el 34º absoluto y el 24º del apartado de coches T1.

La hoja de ruta de la jornada anunciaba un kilometraje reducido, aunque Isidre Esteve y Txema Villalobos no han tardado en descubrir las dificultades: “La pista dura ha sido casi inexistente en toda la especial, apenas se ha reducido a los últimos 4 kilómetros. Los restantes 149 estaban marcados sobre arena y dunas, y aunque el recorrido no era tan complicado como ayer, la superficie era muy blanda”, apunta el piloto ilerdense.

En un terreno tan propicio para buggies y side-by-side, como ha quedado demostrado en la clasificación final, había una segunda trampa que desvela Esteve: “Hemos ido todo lo rápido que hemos podido, pero la mayor complicación era que no se distinguía bien el relieve. La arena era de un color rosado y no podías distinguir bien lo que tenías justo delante del coche. Esta sensación era un poco complicada para mí, porque me mareaba un poco, así que de acuerdo con Txema hemos optado por la prudencia y hemos bajado un poco el ritmo. La mejor noticia es que ya viajamos camino del último vivac y estamos listos para afrontar la última especial para acabar el Dakar”.

La etapa 14 enlazará Al-Hofuf y Dammam con una especial de 136 kilómetros trazada en la misma costa litoral del golfo Arábigo. Un recorrido rápido y espectacular para despedir una de las ediciones más difíciles de los últimos años del Rally Dakar.

 

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Dakar 2023: Mário Patrão a uma etapa do pódio

 

Mário Patrão, piloto apoiado pelo CRÉDITO AGRÍCOLA alcançou hoje o segundo lugar entre os concorrentes da Original by Motul na 14ª e penúltima etapa do Dakar que ligou Shaybah a Al-Hofuf. Foi a nona vez que, nas doze etapas disputadas, o piloto de Seia, apoiado pela BAHCO, terminou no brilhante segundo lugar.

Ao longo de 154 km cronometrados Mário Patrão piloto apoiado pela Câmara Municipal de Seia esteve em excelente plano. “Foi uma etapa com o setor seletivo todo ele feito nas dunas e com “lagos secos”. Correu tudo bem. Ia muito focado em acabar e conseguir o 2º lugar e felizmente foi isso que aconteceu. Agora temos uma longa ligação de mais de 500 km pela frente até chegar ao bivouac e depois é preparar tudo para amanhã e continuar muito concentrado. O rali só termina mesmo quando chegar ao pódio final”, salientou no final do setor seletivo o Campeão do Mundo Cross Country Rallies Veteranos, piloto apoiado pela A&M COSMETICA ,mantém o 3º lugar da classificação geral “malle moto”.

Amanhã, dia 15 de janeiro, o piloto apoiado pelo HOTEL ABRIGO DA MONTANHA bem como a restante comitiva disputam a 14ª e última etapa do Rally Dakar 2023, que ligará Al-Hofuf a Dammam ao longo de 136 km cronometrados. Por diversas vezes o Dakar começou com uma jornada em torno da Costa do Mar Vermelho, incluindo na edição de 2023, que chegará ao fim nas margens do Golfo Arábico. Esta é uma especial de praia invulgarmente rápida com pouco ou nenhum espaço para grandes mudanças na classificação. Os concorrentes só precisam de terminar a etapa para se juntarem às celebrações no pódio em frente ao mar.

 

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Dakar 2023: Última hora: El camión KH-7 Epsilon Team sufre un vuelco y tendrá que hacer noche en las dunas

 

El camión del KH-7 Epsilon Team, el primero en la historia del Dakar que compite impulsado por hidrógeno, ha volcado cerca del kilómetro 100 de la duodécima etapa del Dakar, que enlazaba el Empty Quarter con Shaybah. En estos momentos, la tripulación aguarda en el desierto la llegada de un camión escoba de la organización, prevista mañana por la mañana, para recuperar su vehículo y tratar de reengancharse a la carrera.

Afortunadamente, ninguno de los componentes del equipo español, compuesto por el piloto Jordi Juvanteny, el copiloto José Luis Criado y el navegante Jordi Ballbé, ha sufrido daños físicos en el incidente.

La excelente progresión del KH-7 Epsilon Team en el Dakar 2023 se ha detenido, de golpe, mediado el ecuador de la etapa 12 como consecuencia de un vuelco en mitad del complicado cordón de dunas que atravesaba el recorrido de la prueba. Algo parecido le ha sucedido a varios de los participantes de la categoría de camiones en una jornada especialmente complicada para ellos.

El abanderado de la nueva división Challenge New Energy venía completado todas las especiales sin incidentes y a buen ritmo con su MAN impulsado por un sistema híbrido de gasóleo e hidrógeno desarrollado por la empresa EVARM. De hecho, al fin de la jornada de ayer, acumulaban un tiempo total que los situaría en la 16ª plaza de la clasificación general de camiones, en la que no pueden constar por la reglamentación FIA.

 

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