Rallye du Maroc: Um problema técnico impede Laia Sanz de completar a terceira etapa
A piloto espanhola e o seu co-piloto Maurizio Gerini foram obrigados a parar ao quilómetro 107 da especial depois de ficarem sem direcção assistida no EBRO s800 XRR. A equipa EBRO Audax Motorsport voltará amanhã à partida para a quarta e penúltima etapa, depois de reparar o veículo e prosseguir o seu programa de testes tendo em vista o Rally Dakar 2027. Laia Sanz: “O importante é continuar a testar o carro e a traba…
A piloto espanhola e o seu co-piloto Maurizio Gerini foram obrigados a parar ao quilómetro 107 da especial depois de ficarem sem direcção assistida no EBRO s800 XRR.
A equipa EBRO Audax Motorsport voltará amanhã à partida para a quarta e penúltima etapa, depois de reparar o veículo e prosseguir o seu programa de testes tendo em vista o Rally Dakar 2027.
Laia Sanz: “O importante é continuar a testar o carro e a trabalhar para chegarmos preparados ao Dakar e para que isto não aconteça lá.”
A dureza do Rallye du Maroc é implacável. Depois de ontem ter superado com distinção uma jornada muito complicada, a EBRO Audax Motorsport conheceu esta quinta-feira a outra face da moeda, ao ser obrigada a abandonar a terceira etapa devido a um problema mecânico.
Laia Sanz e o seu co-piloto Maurizio Gerini encaravam a jornada com optimismo, graças a uma posição de partida mais favorável do que na véspera. Apesar de um erro de navegação nos primeiros quilómetros, rodavam a bom ritmo com o EBRO s800 XRR. No entanto, ao quilómetro 90 da especial, a bomba da direcção assistida deixou de funcionar.
A dupla hispano-italiana prosseguiu até ao quilómetro 107, ponto em que decidiu regressar ao bivouac para reparar o veículo e concentrar os esforços na jornada de amanhã. Enfrentar a maior parte da especial, incluindo passagens por dunas, zonas pedregosas e pistas de areia, sem direcção assistida tornava-se inviável.
“Tínhamos muita vontade de fazer um dia limpo. No início perdemo-nos um pouco, mas estávamos a manter um bom ritmo e a testar afinações nas suspensões que estão a funcionar bastante melhor, pelo que as sensações eram boas. Depois, a bomba da direcção avariou. Não conseguíamos repará-la e também não era possível continuar assim durante os 250 quilómetros que ainda tínhamos pela frente, por isso tivemos de regressar à assistência. O importante é continuar a testar o carro e a trabalhar para chegarmos preparados ao Dakar e para que isto não aconteça lá”, explicou a piloto catalã.
Já no acampamento, os mecânicos da EBRO Audax Motorsport concentraram-se em deixar o EBRO s800 XRR pronto para a quarta e penúltima etapa do Rally de Marrocos, que será disputada amanhã, sexta-feira, com uma especial de 381 quilómetros cronometrados e um percurso total de 513 quilómetros.
Fonte: Ebro Audax Motorsport

